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Operação “Onipresença”: Justiça bloqueia bens de médicos investigados por manipulação de escalas médicas na Zona da Mata

  • há 55 minutos
  • 1 min de leitura

Quatro mandados de constrição e indisponibilidade de bens contra médicos investigados por participação em um esquema criminoso envolvendo manipulação de escalas médicas foram cumpridos na segunda-feira (9), durante a terceira fase da operação “Onipresença”, conduzida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).


As medidas judiciais determinam o bloqueio de bens dos investigados, impedindo a venda ou transferência de imóveis e valores enquanto o processo segue em andamento. Os mandados foram cumpridos nas cidades de Leopoldina e Além Paraíba. Os nomes dos médicos não foram divulgados pelas autoridades.


A investigação teve início em 2024, quando quatro médicos anestesistas foram presos durante a primeira fase da operação. Atualmente, eles respondem ao processo em liberdade.


Segundo o Ministério Público, os profissionais atuavam na Casa de Caridade Leopoldinense e são suspeitos de cumprir plantões em outras cidades no mesmo horário em que deveriam atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) em Leopoldina. Entre os locais citados está o Hospital São Salvador, em Além Paraíba.


A ação desta nova fase foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) da Zona da Mata, em conjunto com a Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde da Macrorregião Sudeste e a Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde de Leopoldina.


O caso segue em investigação pelo Ministério Público.

 

 
 
 

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