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Zona da Mata tem 15 casos suspeitos de coronavírus

JF, até o momento, registra dez suspeitas da doença, além de um caso descartado


Quinze suspeitas de coronavírus em municípios da Zona da Mata estão sendo investigadas pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). A informação foi divulgada na tarde desta quarta-feira (11) no boletim epidemiológico. Juiz de Fora, até o momento, registra dez suspeitas da doença, além de um caso descartado – o da paciente de 51 anos internada no dia 26 de fevereiro, com histórico de viagem para a Itália, onde há surto da doença.


Apesar disso, a Secretaria de Saúde do município informou que encaminhou, até então, 13 notificações ao Estado, sendo dez já considerados suspeitos e duas notificações ainda em análise pelo Estado. A pasta municipal tem considerado como suspeitos os casos divulgados no boletim da SES. Já as notificações dizem respeito aos casos em que a unidade de saúde responsável pelo atendimento do paciente notificou a vigilância. O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde de Minas Gerais (Cievs/MG) é o responsável por aceitar ou não a notificação, com base nos critérios definidos em seu Plano de Contingência.


Na Zona da Mata também registram casos suspeitos os municípios de Barbacena (2), Manhuaçu (1), Mutum (1) e Viçosa (1), que também tem um caso descartado. Ainda conforme o documento, há 260 suspeitas em investigação em Minas, 18 casos descartados, além de um confirmado, em Divinópolis.


Exames em Minas


A partir desta quinta, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) passará a realizar os exames para identificação do coronavírus nas amostras dos casos suspeitos em Minas Gerais. Até então, os exames estavam sendo realizados no laboratório de referência no Rio de Janeiro, Fiocruz. A informação havia sido adiantada em coletiva à imprensa na última segunda (9). Na ocasisão, o subsecretário de Vigilância em Saúde, Dario Brock Ramalho, informou que o Estado havia recebido os kits para a análise.


Foram recebidos kits para a realização de 250 testes, composto por um conjunto de reagentes específicos para o coronavírus. Com isso, a expectativa do governo é que haja maior agilidade nos diagnósticos da doença, em Minas Gerais. “A Funed já tinha os equipamentos para a realização do exame, o laboratório adequado e técnicos aptos”, explica o chefe do Serviço de Virologia da Funed, Marcos Vinícius Ferreira da Silva, “o que precisávamos eram os kits com os reagentes”, completa. A metodologia usada para o exame será a PCR em tempo real, que identifica o material genético do vírus presente na amostra. Segundo o chefe do Serviço de Virologia, o exame é seguro e eficiente.


Fonte: Tribuna de Minas



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