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Governo de Minas fortalece capital e interior para enfrentar segundo ano epidêmico para dengue e chikungunya

Decreto de emergência em saúde será publicado nesta semana para viabilizar contratações e compras de insumos com agilidade para o combate às arboviroses em todas as regiões


Cenários epidemiológicos exigem respostas imediatas. Diante da ameaça das arboviroses em Minas Gerais - estado que vive o segundo ano consecutivo epidêmico para dengue e chikungunya - o Governo de Minas detalhou, nesta terça-feira (23/1), série de ações com o objetivo prevenir e proteger a população das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. 


“Pela primeira vez, Minas vai viver o segundo ano consecutivo epidêmico para dengue e chikungunya. Por isso, ações imediatas estão sendo tomadas, especialmente o decreto de emergência que o estado vai publicar esta semana para facilitar tanto a contratação de profissionais, quanto a compra de insumos pelo estado e pelos municípios mineiros”, anunciou o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, em coletiva à imprensa em Belo Horizonte.“Os indícios demonstram crescimento precoce dos números e a previsão é a de que até março devamos ter o pico de casos no estado. O que de fato sabemos é que teremos um ano difícil no estado de Minas Gerais”, destacou.


Historicamente, Minas Gerais tem um ano epidêmico de dengue a cada três anos. Em 2023, foram registrados 327.238 casos e 204 mortes de janeiro a dezembro. Neste ano, até 22/1, são 32.316 casos prováveis da doença, 11.490 casos confirmados, 14 óbitos em investigação e um óbito confirmado no estado. Além disso, até o momento, forma notificados 4.353 casos prováveis de chikungunya, 3.067 casos confirmados da doença, dois óbitos em investigação e um óbito confirmado. 

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