Gaeco e Polícia Civil realizam operação na Prefeitura de Ubá e nas casas do prefeito e do vice
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta segunda-feira (19); investigação tramita sob sigilo e envolve documentos e contratos da administração municipal

A Prefeitura de Ubá, na Zona da Mata mineira, foi alvo de uma operação realizada na manhã desta segunda-feira, 19 de outubro de 2026, em uma ação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), e da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na sede da Prefeitura e nas residências do prefeito José Damato (PSD) e do vice-prefeito, Cabo Rominho (PRTB). Documentos e equipamentos de informática, incluindo computadores, foram recolhidos para auxiliar nas investigações.
Investigação envolve contratos públicos
O procedimento investigativo está sob sigilo. Por esse motivo, o Ministério Público não divulgou detalhes sobre o objeto específico da apuração, os possíveis ilícitos investigados ou os fundamentos dos mandados cumpridos.
Em manifestação divulgada nas redes sociais, o prefeito José Damato afirmou que a operação envolve a busca por contratos relacionados à administração municipal anterior e à atual. A Prefeitura informou que está colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais detalhadas sobre eventuais suspeitas de irregularidades, nem sobre possíveis responsabilizações decorrentes da operação.
Vice-prefeito se manifesta
A residência do vice-prefeito Cabo Rominho também foi alvo de buscas. De acordo com informações divulgadas pela imprensa regional, a defesa confirmou a realização da diligência e afirmou que ele não foi preso nem conduzido pelos agentes.
A defesa também declarou que nenhum material ilícito foi encontrado no imóvel.
Investigação continua
A operação mobilizou órgãos estaduais responsáveis pela investigação e pelo combate a possíveis irregularidades. A apreensão de documentos e equipamentos deverá contribuir para a análise dos fatos investigados.
Até a divulgação de informações oficiais mais detalhadas, não é possível afirmar quais condutas estão sendo apuradas ou se haverá medidas judiciais contra os envolvidos.
A realização de mandados de busca e apreensão não representa, por si só, comprovação de crime ou de responsabilidade dos investigados. O caso segue sob investigação, e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades responsáveis.



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