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Do passado ao presente: a imprensa como pilar da sociedade democrática


Hoje é o dia de uma das mais importantes instituições para o bom funcionamento da democracia e do Estado Democrático de Direito: a imprensa.


Foi nesta data, em 1808, que começou a circular no território brasileiro o jornal mensal Correio Braziliense ou Armazém Literário, fundado por Hipólito José da Costa e impresso em Londres.


(É interessante notar que o adjetivo gentílico brasileiro ainda não era consagrado no início do século XIX. Naquela época, discutia-se como seriam chamados os naturais do Brasil. Hipólito defendia que o natural do Brasil era brasiliense; o português ou o estrangeiro estabelecido aqui, brasileiro; e o indígena, brasiliano. O nome brasiliense (como seria grafado hoje) devia‐se à aversão de Hipólito ao gentílico brasileiro, por este denominar originalmente a atividade de extrator de pau‐brasil, exercida por índios que o vendiam aos europeus e acabaram por emprestar o nome a todos os habitantes da América portuguesa.)


O Correio Braziliense circulou de 1 de junho de 1808 a 1 de dezembro de 1822, contando 175 números, agrupados em 29 volumes, editados durante 14 anos e 7 meses, ininterruptamente, com marcante pontualidade.


A imprensa é fundamental na sociedade industrial e da informação. Por isso, garantir a excelência do trabalho de uma imprensa livre e independente é dever de todas as democracias.


Mais que nunca, a sociedade brasileira precisará da informação confiável, verificada e universalmente acessível para preservar a democracia e o estado democrático de direito, e contribuir para a construção de sociedades fortes e resilientes.


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